Após 2 meses de participação no programa só vejo melhoras. Agora me sinto bem disposto e humorado apesar de uma jornada de trabalho de 10 horas."
“Estou adorando o Projeto. Ele proporciona melhoria no condicionamento físico, deixando o corpo apto para diversas tarefas. Gosto também do atendimento das meninas.”
Carmem Lúcia, funcionária dos Correios - 48 anos

Seu bem estar e qualidade de vida só dependem de você.
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Tenho certeza que VOCÊ NÃO verá esse vídeo até o fim, afinal 2 minutos de orientação para se ter uma saúde melhor é muito tempo.
Você fica 20 minutos diários checando e-mails que não prestam, repassando correntes que dizem que terás azar o resto da vida se não o enviar a todos os seus amigos, mas mesmo assim VOCÊ NÃO VERÁ ESSE VÍDEO ATÉ O FIM, pois 2 minutos é tempo demais para receber uma dica preciosa para o seu bem-estar.
Perde 20 minutos na fila do banco, mas VOCÊ NÃO VERÁ ESSE VÍDEO ATÉ O FIM, porque 2 minutos é muito tempo para adequar-se ergonomicamente ao seu posto de trabalho.
Demora quase 1 hora por dia só para voltar do trabalho, mas VOCÊ NÃO VERÁ ESSE VÍDEO ATÉ O FIM, afinal 2 minutos é muito tempo para se motivar a praticar exercícios físicos.
DE REPENTE ATÉ VOCÊ VEJA ESSE VÍDEO ATÉ O FIM, MAS NÃO AGORA. DEIXARÁ PARA OUTRA HORA!
Se ainda assim você quiser ver o vídeo, está ai logo abaixo.
Autor: Thiago Lorenzi - Professor de educação física (Mestre Ciência do Movimento Humano - EsEF/UFRGS / MBA Gestão Empresarial - IBGEN) - Diretor Comercial e de Marketing da Health Care - Contato: thiago@nucleohealthcare.com.br
Dentre todos os fatores de afastamentos nas empresas, 40% são motivados por pequenas doenças e mal-estar como gripes, dores nas costas, entorses, que podem ser evitados por um bom condicionamento físico. 
A dor lombar, por exemplo, que está em 2º lugar entre as causas que mais afastam do trabalho, é um importante problema de saúde pública presente em todas as nações industrializadas, afetando em média 85% da população adulta em algum momento da vida (Dados da Organização Mundial da Saúde). Esta causa é preocupante na medida em que, segundo um estudo da Revista Latino Americana de Enfermagem, o tempo médio de afastamento por trabalhador acidentado na coluna vertebral é de 17,8 dias.
Dados da indústria brasileira demonstram que os custos com assistência médica têm assumido valores vultosos, sendo menor apenas que a folha de pagamento em muitas empresas. Companhias brasileiras chegam a perder 42 bilhões de reais/ano, o equivalente a 3% do PIB, devido à presença de funcionários doentes, apresentando falta de rendimento nas suas atividades.
Este quadro, instalado nas empresas Brasileiras, muito se dá pelo fato de que menos de 5% da empresas desenvolvem algum programa específico de qualidade de vida aos seus funcionários/colaboradores. E quando desenvolvem, tende a propor atividades que atingem não mais do que 20% das pessoas. Isso ocorre, pois as pessoas geralmente estão em diferentes estágios de mudança do seu comportamento e as atividades propostas contemplam quase que exclusivamente apenas um destes estágios. Se imaginarmos, que um programa de qualidade de vida bem organizado deva contemplar 4 (quatro) fases distintas (Sensibilização, Motivação através de Incentivos, Construção de Habilidades e Conhecimentos; Oportunidade e Ambiente), veremos que a maioria das empresas não supera a primeira fase.
Alguém pode estar se perguntando, vale a pena desenvolver algum programa nesse sentido? Qual o retorno disso?
Dados publicados pela U.S Departament of Health and Human Sevices de algumas empresas que divulgaram o retorno sobre o investimento em programa de Wellness (bem-estar; qualidade de vida) falam por si. A North Utilities teve um retorno de seis dólares para cada dólar investido nestes programas, o CitiBank de 4,56 dólares e a Mororola de 3,93 dólares. Será que ainda cabe a pergunta “vale a pena”?
As empresas hoje em dia ainda preferem curar ao invés de cuidar.
É neste sentido que a Health Care vem trabalhando apara atuar nos 4 estágios de implementação destes programas. Através de uma série de atividades de conscientização nas empresas como palestras, blitz saúde, blitz postura, dentre outros, estimulamos os colaboradores ao auto-cuidado contemplando a fase da sensibilização citada anteriormente. Além disso, com a proposta inovadora dos “Espaço Funcional Relax” (fase da oportunidade) nas empresas, atuando dentro do horário de trabalho (fase do incentivo), tem gerado como resultado prioritário a melhoria da aptidão física das pessoas, assim como mudanças de comportamentos e, portanto, construindo novas habilidades e conhecimentos (fase três) para uma vida mais saudável de todos envolvidos.
Portanto, é importante que soe o alarme das empresas em relação à saúde de seus funcionários, pois se estas, indiferente do ramo de atividades, não se preocuparem com esses fatores, a conta a ser paga poderá ser muito mais alta no futuro.

Autor: Thiago Lorenzi - Professor de educação física (Mestre Ciência do Movimento Humano - EsEF/UFRGS / MBA Gestão Empresarial - IBGEN) - Diretor Comercial e de Marketing da Health Care - Contato: thiago@nucleohealthcare.com.br
O desgaste de estruturas do sistema músculo-esquelético atingem várias categorias profissionais e têm várias denominações, entre as quais Lesões por Esforços Repetitivos (LER) e Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho (Dort), adotadas pelos ministérios da Saúde e da Previdência Social. No ano de 2009, somente no Brasil, foram registrados 10.867 casos de LER/Dort. Apesar deste número estrondoso, o Sistema Único de Saúde (SUS) não oferece qualquer tipo de prevenção e quase nenhum tipo de tratamento às doenças.
Mais grave ainda é a omissão de grande parte dos médicos peritos do INSS que, por diversas vezes, não reconhecem a doença presente, dão alta programada e não encaminham para o processo de reabilitação. Com isso, o trabalhador volta às mesmas atividades laborais antes exercidas, mesmo sem condições físicas.
A etiologia das LER/Dort é multifatorial o que torna fundamental a análise dos vários fatores de risco envolvidos direta ou indiretamente. Os fatores de risco não são necessariamente as causas diretas das LER/Dort, mas podem gerar respostas que produzem as LER/Dort. Os fatores de risco não são independentes, interagem entre si e devem ser sempre analisados de forma integrada. Envolvem aspectos voltados à movimentação do funcionário em ambiente de trabalho, a forma como ele pensa, sente, se relaciona, além da organização do trabalho proposto. Conforme Maria Maeno, pesquisadora da Coordenação da Saúde e Trabalho da Fundacentro, os fatores organizacionais como carga de trabalho e pausas para descanso podem controlar com que frequência e intensidade agem os fatores de risco.
Uma das formas de combate as LER/Dort é a adequação ergonômica do ambiente de trabalho. Para, além disso, a promoção da saúde em ambiente laboral contribui para a redução da incidência da LER/Dort, reduz a probabilidade de acidentes no trabalho, contribui direta ou indiretamente para a melhoria do relacionamento interpessoal, o que promoverá um aumento da produtividade com qualidade.

Nesse sentido, a Health Care vem trabalhando para, através de ações que promovam o auto-cuidado e proporcionem uma prática regular para aprimoramento da aptidão física das pessoas, melhorar a qualidade de vida de nossos clientes.
Através do desenvolvimento de um Programa de Qualidade de Vida Corporativo (conheça nossa metodologia e nossos resultados), temos chegado a resultados bastante positivos, onde, os funcionários se beneficiam com a redução das incidências de LER/Dort, aumento da força nos braços, região lombar e flexibilidade, além de redução nas dores. Enquanto que a empresa se beneficia com este programa de qualidade de vida através da redução dos afastamentos e alta médica sem deslocamento externo, as pessoas envolvidas no programa ganham saúde física e mental, trabalhando assim mais dispostas e satisfeitas.
Autor: Prof. Daniel Garlipp (Doutorando em Ciência do Movimento Humano - EsEF/UFRGS) - daniel@nucleohealthcare.com.br

Envelhecimento e qualidade de vida: dois aspectos que antes pareciam tão distantes um do outro, hoje se tornaram cada vez mais próximos. Até meados do século passado havia uma certa idéia corrente de que a chegada da 3ª idade era sinônimo de muitas perdas e o início de um processo de abandono e finitude. Mas hoje, com os avanços nas áreas ligadas à saúde, as pessoas estão conseguindo viver mais e melhor.
Será que isto é verdadeiro para todas as pessoas? Poderíamos viver mais e melhor do que estamos realmente vivendo hoje em dia?
Este início do século XXI mostra uma preocupação grande com a questão da Qualidade de Vida. Observamos um aumento considerável de artigos sobre pesquisas em qualidade de vida, principalmente em relação aos idosos.
Qualidade de vida tem a ver com a nossa percepção de como estamos envelhecendo.
As pesquisas mostram que o processo de envelhecer de forma saudável é dependente em 50% de nosso estilo de vida, sendo o restante relativo ao meio ambiente e a carga genética. Isto mostra que, pelo menos, metade dele depende do que nós fazemos com nossa própria vida ou do que deixamos de fazer.
Dependendo dos hábitos de vida, o início do processo de envelhecimento varia na população, podendo ocorrer por volta dos 40 anos em algumas pessoas e depois do 50 anos em outras. Mas independentemente desse início, todos os seres humanos serão afetados pelo processo de envelhecimento, ocorrendo, entre outros fatores, perda da massa muscular, diminuição da densidade óssea, enrijecimento das grandes artérias, maior espessura das pequenas artérias, aumento da pressão arterial em repouso e durante o esforço. Dessa forma pode-se compreender a extrema importância dos exercícios físicos para a manutenção ou o aumento da qualidade de vida na pessoa que está envelhecendo, assim como o tipo, prescrição e a observação desses exercícios a serem desenvolvidos para a população em questão, entre eles os de força, aeróbico, flexibilidade, equilíbrio, agilidade e os combinados.
O adulto que não está engajado em um programa de treinamento de força pode perder, aproximadamente, 400 a 500 g de massa muscular por ano depois da quinta década de vida. Porém até o final da década de 1980, as pesquisas científicas não enfatizavam o treinamento de força muscular para idosos. Todavia, a partir de 1990, os estudos demonstraram que idosas frágeis em com faixa etária muito elevada, por volta de 90 anos, possuíam capacidade de aumentar força muscular em torno de 145%, além de incrementar em até 50% a sua velocidade de deslocamento a partir de um único exercício com alta intensidade.
Os exercícios escolhidos dependem dos objetivos e alguma eventual limitação clínica do idoso. Os exercícios de força devem inicialmente estar voltados aos grandes grupos musculares, aumentando gradativamente sua intensidade sem esquecer o intervalo para recuperação. A duração depende do objetivo a ser alcançado. Considerando o treinamento voltado para a saúde e qualidade de vida, torna-se imprescindível a inclusão de exercícios do cotidiano do idoso.
Quanto aos exercícios aeróbios, sua principal função está voltada à redução dos riscos para doença cardiovascular. O treinamento de flexibilidade também tem uma importância muito grande para a manutenção e melhora da autonomia no idoso, possibilitando uma maior amplitude de movimento. Recomenda-se o alongamento nos membros inferiores e na musculatura posterior do tronco.
O equilíbrio e a agilidade são qualidades física importantes a serem inseridas em um programa de exercícios para idosos pois reduzem o risco de quedas. Atividades como o tai chi podem melhorar muito o equilíbrio em idosos. Os exercícios envolvendo especialmente o equilíbrio e agilidade devem ser inseridos no início da sessão, a fim de que o sujeito possa realizá-los sem fadigar, otimizando as respostas motoras.
Portanto, nunca é tarde para começar, movimentar-se é essencial para a máquina perfeita que é nosso corpo não enferrujar, sem dúvida os exercícios físicos são benéficos para um envelhecimento com saúde e qualidade de vida.
Já dizia um sábio chinês “A preguiça é tão lenta que a pobreza de espírito alcança”.
Autor: Alexandra dos Santos Teixeira - Professora da equipe Health Care (contato: aleteixeira.efio@gmail.com)
Saúde, saúde, saúde! Que tema relevante não?! Tão relevante que a mídia não para de promover. Por prestarmos serviços nessa área, acompanhamos já faz algum tempo o que a mídia publica sobre o assunto e, posso garantir, é muita coisa. Ouso em dizer que o Globo Repórter apresenta no mínimo uma vez por mês essa temática. Um amigo dizia: - Não aguento esse Globo Repórter, ou é sobre bicho ou é sobre os gordos (risos). Suavizando um pouco as palavras desse amigo, na realidade é isso mesmo, ou fala do mundo animal ou de alimentação saudável, exercício, etc. Se um grupo de mídia bate tanto na mesma tecla assim é porque o assunto é realmente importante, não acha?
O tema é tão presente e importante que agora a Globo lançou um programa diário sobre bem estar. O Terra, grande portal na internet, tem uma seção que só fala desse assunto. Outro portal bastante interessante é o “Minha Vida”. Riquíssimo em informações e seu nome denota exatamente a mensagem que acreditamos, onde a responsabilidade pela sua vida é só sua e sua saúde também. Além disso, existem outras centenas de blog e sites que versam sobre o tema.
No âmbito corporativo, existem diversas normas reguladoras, incentivos através de ISOs, redução de impostos (FAP) para aquelas empresas que promovem a saúde e segurança do trabalho. Acompanhamos uma revista chamada “Proteção” que também versa sobre o tema insistentemente.
No âmbito da pesquisa, amparados pela Organização Mundial da Saúde (OMS), muitas publicações científicas demonstram os benefícios de uma saúde regular em todos os âmbitos (psicológico, físico, etc). Ainda, encontros, simpósios, congressos, dentre outros, visam atacar essa temática como uma estratégia fundamental para o desenvolvimento de uma sociedade. Coincidentemente, a Health Care esse mês está apoiando, com palestra e divulgação, um evento realizado pela prefeitura chamado “Semana de Prevenção a LER/DORT”. Isto demonstra que os órgãos públicos também estão engajados nessa causa.
O surpreendente é que esse tema não é nada novo. Já coloquei em outro artigo chamado “Exercício Físico: Porque não fazemos?” a citação de Hipócrates. Ele dizia o seguinte: “Se nós pudéssemos dar a cada indivíduo o direito da nutrição e do exercício, nem pouco nem muito, nós encontraríamos o caminho mais seguro para a saúde”. O interessante que este médico proferiu estas palavras 400 anos antes de Cristo. Portanto, sabe-se da importância desse tema há muitos anos.

O resumo da ópera é o seguinte: Todos estão já faz algum tempo, pelo menos 2.500 anos, tentando colocar na sua cabeça que realmente vale a pena se cuidar. E isso é uma tarefa e uma obrigação sua e de mais ninguém. Não coloque o fato de tu não te cuidar na conta da sua empresa, da sua família, do dinheiro ou qualquer outra coisa. É tudo desculpa esfarrapada.
Por isso, aproveite esse momento e informe-se sobre o assunto. Aproveite também as oportunidades de acesso para iniciar algo de bom para sua saúde ainda hoje. Conte conosco no que precisar.
Segue liste de alguns sites citados:
http://bemstar.globo.com/ (Programa Bem-Estar da Globo)
http://saude.terra.com.br/ (Portal Terra)
http://www.minhavida.com.br/ (Portal Minha Vida)
http://www.protecao.com.br/site/content/home/index.php (Revista Proteção)
http://www.who.int/en/ (Organização Mundial da Saúde)
Um estilo de vida saudável, que inclui alimentação balanceada e a prática de exercícios físicos, é capaz de prevenir doenças hipocinéticas (causada pela falta de movimento corporal), manter o corpo em forma e fornecer aptidão para as atividades do dia a dia.
Assim, a prática de exercícios auxilia tanto na redução do colesterol, da hipertensão, da obesidade, como melhora a flexibilidade, a força muscular e a autonomia, diminuindo a ocorrência de problemas osteomusculares.
Na atualidade encontramos inúmeras alternativas para fugirmos do sedentarismo. Destacamos a corrida de rua, modalidade que vem crescendo no número de adeptos e provas por todo país (no Brasil são mais de 600 provas por ano). Para confirmar isto, basta percorrer as ruas e parques da cidade.
Estima-se hoje que, no Brasil, sejam mais de quatro milhões de pessoas correndo - nos Estados Unidos esse número sobe para cerca de 40 milhões de adeptos ao esporte, sendo caracterizado como o “país da corrida de rua”.
O crescente interesse por esta modalidade esportiva vem fazendo com que o mercado esteja mais atento a este público. Observa-se o aumento no número de assessorias esportivas especializadas em corrida de rua e um comércio voltado à confecção de produtos esportivos com tecnologias direcionadas ao corredor. A receita gerada pelo esporte vem crescendo cerca de 30% ao ano. Possivelmente este fato também se deva a mudanças no perfil dos praticantes de corrida de rua: o que antigamente era considerado um esporte das classes de baixo poder aquisitivo, passou a ser hoje uma opção de classes mais privilegiadas. O aumento da participação de brasileiros em provas internacionais e a crescente atenção que empresas de turismo têm dado à grupos de corredores evidenciam a expansão desse mercado.
Ainda assim, para os menos ambiciosos, a corrida de rua é um esporte de baixo custo. Além disso, independe de habilidades específicas (correr é da natureza do ser humano) e propicia todos os benefícios – físicos, psicológicos e sociais - da prática de exercício regular. Possivelmente essas sejam algumas das justificativas para essa procura crescente.

O desejo por participar de provas é inerente à prática. Para iniciantes, um período curto de treinamento já é suficiente para que sejam completados os percursos de 5Km. Já as provas de 10Km destinam-se aos corredores de nível intermediário. Os mais ousados e com mais experiência de provas e treinos podem percorrer distâncias que variam entre 10km e ultramaratonas.
Independente da ambição individual, a corrida também é atraente por possibilitar a autossuperação e a prática nos mais diversos locais e horários, ou seja, você pode conhecer sua cidade correndo. Experimente, vale a pena!
Autor: Fábio Santos - Professor da equipe Health Care e Sócio da Assessoria Esportiva Life Team runners (www.lifeteam.com.br)
A elaboração de um programa de atividades físicas para crianças e adolescentes requer alguns cuidados, a começar pela escolha da atividade. É comum o discurso, mesmo entre a comunidade médica, que nestas faixas etárias a melhor opção seria a prática de esportes como vôlei, natação, futebol, entre outros. Isso é uma verdade quanto ao componente lúdico, o que atrai mais facilmente o jovem e torna a atividade mais prazerosa. Por outro lado, ao contrário da crença popular, esse tipo de atividade é semelhante ou até mais sujeita à ocorrência de lesões do que a execução de exercícios físicos sistemáticos como acontece no treinamento com pesos, mais conhecido como musculação.
Hoje, embora tenha sido massificado que a musculação pode promover diversos benefícios à saúde física e mental em diferentes idades, ainda se mantém alguns mitos e equívocos quando o foco é direcionado para o treinamento de indivíduos em fase de crescimento. A idéia mais difundida e o principal motivo de contra-indicação da musculação por médicos é que esta causaria a interrupção precoce do crescimento. Essa crença advém do fato que, nos ossos longos, o crescimento se dá em uma parte mais frágil, chamada placa epifisária.
Ao se submeter o osso a sobrecargas extenuantes, estas placas podem ser lesionadas provocando a interrupção precoce do processo de crescimento. Entretanto, as evidências científicas, praticamente em sua totalidade, sinalizam que o treinamento com pesos, quando realizado dentro de parâmetros de segurança e bem orientado, não influencia negativamente o crescimento.
A principal orientação quando se prescreve a musculação para crianças e adolescentes é que sejam EVITADAS cargas máximas ou próximas do máximo. Entretanto, em alguns esportes que exigem força, como a prática do judô, sobrecargas são impostas, até mesmo superiores a força máxima que o indivíduo consegue realizar. O mesmo pode ser observado, por exemplo, com um simples salto realizado durante a prática do vôlei, proporcionando elevado impacto sobre a articulação do joelho. Mesmo assim essas atividades são livremente realizadas sem causar muita preocupação entre os pais e médicos.
Outras recomendações no que diz respeito ao treinamento com pesos é que sejam preferencialmente selecionados exercícios que trabalhem simultaneamente diversos grupos musculares e que os movimentos sejam executados por toda amplitude de movimento (American Academy of Pediatrics, 2001).
A ciência apresentou nos últimos 15 anos, centenas de estudos conclusivos a respeito, convencendo definitivamente os profissionais da saúde da eficiência e segurança do treinamento resistido para a população mais jovem. Vejamos por exemplo, a posição de entidades internacionalmente reconhecidas como a National Strength and Conditioning Association, American Orthopedic Society for Sports Medicine e Americam Academy of Pediatrics, ao relatar os principais benefícios de um programa de musculação para crianças: aumento da força muscular, aumento da capacidade de resistência muscular localizada, redução do risco de lesões na prática esportiva e recreativa, aumento da capacidade de desempenho nas atividades físicas.
Não foi apenas a falsa concepção de que a musculação atrapalharia o crescimento que a manteve por tanto tempo afastada da realidade de crianças e adolescentes. Também se acreditava que esta seria ineficaz, já que nesta idade o sistema endócrino ainda está em desenvolvimento e alguns hormônios necessários para o crescimento da massa muscular ainda são pouco produzidos. Hoje se sabe que as crianças podem obter ganhos em força com a prática da musculação, principalmente devido a adaptações do sistema neural. Entretanto, devemos lembrar que uma criança não é um adulto pequeno, ela ainda não tem a necessária disciplina para um trabalho mais sério, mas se bem conduzida, poderá apresentar excelentes resultados em curto espaço de tempo, que lhes serão muito úteis nos brinquedos de hoje assim como nas atividades da sua futura vida adulta, além de fonte segura para mais saúde em toda a sua existência.
Enfim, nenhum trabalho científico disponível sobre o assunto, documentou qualquer malefício ou influência negativa para o desenvolvimento estatural de crianças e adolescentes que se submeteram a exercícios com pesos. Alguns até sugerem o contrário, considerando-se que as atividades físicas de alta intensidade como a musculação, são estimulantes para a produção do hormônio do crescimento, que aliado às forças compressivas nas articulações e linhas de crescimento, podem desencadear situação positiva para o crescimento estatural dos jovens.
Autor: Daniel Garlipp - Professor de educação física (Doutor em Ciência do Movimento Humano - EsEF/UFRGS)
A Health Care, em parceria com o Prof. Vitor Amaral, acompanhando a tendência do fitness e do esporte mundial, agora diponibiliza em seu Espaço Physio aos seus alunos o Treinamento Funcional.
Tendo como princípio preparar o organismo de maneira íntegra, segura e eficiente, o Treinamento Funcional, através de equipamentos alternativos, gera um corpo saudável e bem condicionado.
No esporte de alto nível alguns nomes que hoje batem recordes e conquistam títulos da elite do esporte, que fazem do Treinamento Funcional sua maior ferramenta de preparação física em busca de melhora de sua performance: Michael Phelps e César Cielo (nadadores), Kelly Slater (Multi Campeão mundial de Surf), Minotauro, Minotouro, Cigano, Anderson Silva (estrelas brasileiras do MMA), entre muitos outros nomes e clubes esportivos de todo o mundo.
O Treinamento Funcional pode ser realizado também por idosos e crianças, pois visa aprimorar e resgatar a eficiência do movimento humano para atividades do cotidiano.
Então qualquer pessoa pode realizar o Treinamento Funcional? SIM.
Quer saber mais sobre o Treinamento Funcional? Onde praticar? Entre em contato com a Health Care e marque sua aula experimental, fique por dentro do que há de mais eficiente em Treinamento Esportivo, treine como seu ídolo, atinja seus objetivos e sempre bem orientado!
Veja algumas fotos dessa modalidade cliquando aqui.
A importância da nutrição por todo o ciclo da vida parece óbvia.
Afinal, precisamos comer para crescer, se desenvolver e viver.
Segundo a sabedoria popular: “você é o que come”. Hipócrates, nascido em 460 a.C., já dizia: “Se pudermos dar a cada indivíduo a quantidade exata de nutrientes e de exercício, que não seja insuficiente, nem excessiva, teremos encontrado o caminho mais seguro para a saúde”. O mesmo filósofo disse ainda: “Que teu alimento seja teu remédio e que teu remédio seja teu alimento”.
Após ter passado tantos anos, as palavras do célebre filósofo tem se mostrado cada vez mais claras no dia–a-dia das pessoas. À medida que crescemos e envelhecemos presenciamos a crescente incidência de doenças como: obesidade, doenças cardíacas, hipertensão, diabetes, câncer, osteoporose, etc...e sabemos que através de uma boa alimentação ou mudança de hábito é possível evitar o desenvolvimento de algumas destas doenças ou até mesmo, alcançarmos a longevidade ou a cura.
Pra quem deseja começar a cuidar mais da alimentação, é importante lembrar que cada alimento fornece um pouco, mas não todos, os nutrientes que um indivíduo necessita; cada um tem uma propriedade, uma função diferente. Por este motivo, é essencial o planejamento da nossa alimentação de forma equilibrada e adequada às necessidades de cada um.
É essencial incluir diariamente na dieta todos os grupos alimentares (frutas; hortaliças; leite e derivados; cereais e massas; carnes e ovos, água). Montar um cardápio colorido e variado; que ofereça ao seu organismo todo o combustível essencial para uma vida saudável e feliz.
Dez Dicas para uma alimentação saudável:
1. Mantenha uma alimentação fracionada (4 a 6 refeições/dia);
2. Prefira alimentos da época, frescos e de boa aparência;
3. Mastigue bem cada alimento;
4. Beba no mínimo 1,5l/dia de água, preferencialmente entre as refeições;
5. Dê preferência à carnes magras, frango s/ pele, peixe, leite desnatado, queijos
brancos, grãos integrais, frutas, verduras e óleos vegetais;
6. Evite alimentos de difícil digestão à noite;
7. Evite o consumo de bebidas alcoólicas;
8. Evite o uso excessivo de sal (sal adicional à mesa) e lembre-se que os produtos industrializados e light possuem grande quantidade do mesmo;
9. Coma com cautela: doces, biscoitos, sorvetes, bolos e produtos industrializados;
10. Pratique atividade física regularmente (procure orientação do profissional de Educação Física);
* Nutricionista e professora de educação física, especialista em nutrição esportiva. Com consultório na academia ESPORTE BRASIL, Daiene atende em horários diversos. Marque sua consulta!
E-mail: daiene@kluwe.com.br
Desde a sua fundação e até hoje, o nome SNC - Sports Nutrition Center tem se traduzido em motivo de orgulho para seus clientes e para colaboradores do segmento.
Os produtos da SNC
A SNC introduziu no varejo brasileiro, com pioneirismo em 1991, os conceitos de nutrição esportiva. Uma gama de produtos alimentares funcionais foi trazido ao mercado e um grande número de desportistas profissionais iniciou sua popularização. Sem o uso medicamentos, hormônios ou substâncias artificiais, os suplementos alimentares oferecem uma forma natural de prevenir males ou de buscar forma física, endurance e estética.
Alimentação e saúde
Os hábitos alimentares de hoje, com tanto fast food e agentes químicos, nos leva a problemas de saúde com freqüência. Muito do que comemos diariamente são potencialmente “venenos de ação lenta”. Mesmo tentando acertar podemos errar gravemente. Podemos comer muita carne com o intuito de obter proteínas, e estarmos submetendo paralelamente nosso organismo a altas doses de colesterol, gorduras e ácido úrico. O suplemento nutricional procura filtrar e concentrar os alimentos, tirando o que é indesejável e aumentando as proporções do que é saudável, sem introduzir ingredientes artificiais.
O Cliente SNC
O número de clientes SNC e adeptos da boa forma é visivelmente crescente em todo o mundo. O que há em comum é que são todos preocupados com sua saúde e mantém a atividade física como regra de vida. São jovens ou idosos, mulheres ou homens, que em geral não abusam de bebida, drogas e quase sempre não são fumantes. Esta “geração saúde”, como a mídia costuma chamar, é uma geração de pessoas que é mais regrada, vive mais e adoece menos. Freqüenta menos farmácias e mais academias e clubes. È motivo de orgulho também para estatísticas nacionais de saúde, sem dúvida. As expectativas da OMC são de grande crescimento do número de adeptos, por um longo período e em todos os níveis sociais.
Lojas SNC
A SNC está em constante crescimento e sempre atingindo mais e mais clientes, amigos e colaboradores em todo o Brasil. A presença em 12 estados em mais de 45 pontos de venda torna a SNC a maior rede Latino Americana do segmento, única rede membro da ABF (Associação Brasileira de Franchising) e da ABIAD. Hoje a SNC conta com uma linha de produtos exclusiva SNC X-line e com uma estrutura de informação e treinamento exclusivos para seus franqueados. A SNC tem plena consciência de estar sempre oferecendo informações e produtos com a mais alta qualidade e fidelidade aos seus clientes. Maiores informações através do site www.sncshop.com.br .
Equipe SNC

SNC Porto Alegre – Nilo Peçanha 2564
Fone: 3328-1428 – Email: portoalegre@sncshop.com.br
* Administrador de empresa, proprietário da loja SNC - Nilo Peçanha.
E-mail: portoalegre@sncshop.com.br
Há tempos que se sabe da importância da prática regular de exercícios físicos. Para se ter uma idéia, todo médico ao se formar faz o juramento de Hipócrates. Ele dizia o seguinte: “Se nós pudéssemos dar a cada indivíduo o direito da nutrição e do exercício, nem pouco nem muito, nós encontraríamos o caminho mais seguro para a saúde”. O interessante que este médico proferia estas palavras 400 anos antes de Cristo. Portanto, sabe-se da importância desse tema a muitos anos.
A pergunta que fica é: Por que as pessoas não praticam exercícios físicos? Porque as pessoas na maioria das vezes sabem que é importante, mas mesmo assim não o fazem?
Nós temos uma teoria. Temos que fazer disso um hábito! E um hábito não se cria do dia para noite. Se recordarmos nossa infância, lembraremos a insistência de nossos pais para que escovássemos os dentes. E tomar banho então, lembra? Pelo menos lá em casa era uma “briga”. O habituar-se a algo, portanto, é um processo lento, que demanda conscientização, insistência e, principalmente, negociação.
Por isso, nossa sugestão é que você comece a praticar exercícios físicos hoje mesmo. Se comprometa com alguém próximo de você agora mesmo. Quanto? O que der, o possível! Se puderes caminhar 20 minutos uma vez por semana apenas já é um inicio. A única exigência é a disciplina de se fazer o combinado! Ou seja, atingir as metas propostas! Onde? Na rua, no clube ou na academia! Se me perguntar se é suficiente, eu direi que não. Mas direi também que já é um grande passo para sair do sedentarismo!
Lembre que quem quer fazer alguma coisa, encontra um jeito, quem não quer fazer nada, encontra uma desculpa.
* Thiago Lorenzi – Professor de educação física - Diretor da Health Care
E-mail: thiago@nucleohealthcare.com.br
A manutenção de uma postura corporal correta no local de trabalho influencia diretamente a produtividade laboral e assume um importante papel na prevenção de futuros problemas de coluna.
Se o seu trabalho é realizado em pé:
1. Mantenha a cabeça diretamente acima dos ombros;
2. Mantenha os ombros alinhados com o quadril;
3. Contraia a musculatura abdominal;
4. Mantenha os pés um pouco afastados, com um dos pés posicionados ligeiramente à frente do outro e joelhos fletidos;
5. Coloque um apoio sob um dos pés e alterne ao longo do tempo.
6. Evite ficar muito tempo parado, uma pequena caminhada garantirá uma melhor circulação sanguínea.
Se o seu trabalho é realizado sentado:
1. Mantenha a coluna lombar bem apoiada;
2. Mantenha os pés apoiados (chão ou anteparo), fazendo um ângulo de 90º nos joelhos;
3. Pode-se utilizar um apoio para os pés para fazer trocas constantes de posição e, assim, garantir uma atividade dos membros inferiores.
Uma boa postura no ambiente de trabalho está relacionada à:
1. Diminuição da fadiga e desconforto físico;
2. Diminuição do estresse e maior estabilidade emocional;
3. Favorecimento da socialização do trabalhador junto ao grupo de trabalho;
4. Maior eficiência no trabalho;
5. Diminuição da incidência de doenças ocupacionais;
6. Melhora da qualidade de vida.
Previna-se:
Para evitar momentos recorrentes de dores nas costas, recomenda-se que se façam exercícios físicos regularmente.
Lembre-se:
“As atitudes que você toma em relação à sua postura hoje vão repercutir no seu ser amanhã”.
Para manter o organismo vivo e realizar tarefas físicas e mentais, nossas células necessitam de um fornecimento constante de oxigênio e nutrientes. Cabe ao sistema cardiorrespiratório (pulmões, coração e circulação sanguínea) fornecer esses elementos vitais ao organismo, além de eliminar os subprodutos das reações químicas celulares. Durante o trabalho muscular de qualquer natureza, para que a fadiga não apareça prematuramente, é imprescindível que pulmões, coração, artérias e capilares funcionem eficientemente, transportando oxigênio e nutrientes em quantidade suficiente até os músculos envolvidos na atividade. Para melhorar e manter a aptidão cardiorrespiratória e a saúde, uma pessoa precisa desenvolver o músculo do coração e os demais componentes desse sistema. Desta forma, os exercícios que se prestam a este desenvolvimento orgânico são os chamados aeróbios, incluindo atividade de média e longa duração (10 minutos, pelo menos) e intensidade moderada a vigorosa, de caráter dinâmico e rítmico como a caminhada, a corrida, o ciclismo, o remo, a natação e as danças em geral.
Procure algo que lhe agrade e comece hoje a mesmo a cuidar de você!
* Daniel Garlipp - Professor de educação física (Doutor em Ciência do Movimento Humano - EsEF/UFRGS)







